terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Lula & Dilma sacaram R$ 21,3 BI do FGTS, indevidamente!

Os governos Lula & Dilma sacaram, a fundo perdido, do FGTS do trabalhador no período de 2008 a 2012, exatos R$ 21,3 bilhões, indevidamente.  E continua a sacar como se pode ver no noticiário abaixo.  Tem que botar esta gente na cadeia! 

Pelo balanço do FGTS do primeiro semestre deste ano obtido pela Folha, a dívida do Tesouro com o fundo, que pertence aos trabalhadores, chega a R$ 9,1 bilhões. Desse total, R$ 4,46 bilhões vêm da multa de 10% que não foi repassada ao fundo e R$ 4,057 bilhões, da parcela dos subsídios dados pelo programa, que deveria ser custeado pela União. Esses trabalhadores só poderiam, porém, sacar os recursos na aposentadoria. Até lá, o dinheiro ficaria onde está: com o Tesouro Nacional. Fonte: Folha.

Comentário.

Atrás desta notícia que aparentemente é apenas mais uma gambiarra do ministro Mantega esconde um gravíssimo fato, que nunca foi explorado pela imprensa.  Eu já fiz esta denúncia, tão logo soube do fato pelo TV Senado no ano passado.  Simplesmente, Lula & Dilma meteram a mão na poupança de milhares de trabalhadores, para subsidiar o programa Minha Casa Minha Vida.  

Meteram a mão é o termo exato, porque o saque foi feito à fundo perdido, isto é sem retorno para o trabalhador, contrário do que faz crer a notícia plantada pelo Planalto para justificar a cobertura do déficit público, novamente, com a poupança do trabalhador FGTS. Uma parte do dinheiro fica como empréstimo ao Tesouro, mas uma parte é prejuízo da poupança do trabalhador FGTS.

Só para lembrar que FGTS é patrimônio privado do trabalhador, o governo através da CEF é apenas gestor deste Fundo.  O FGTS é somatória de poupança de cada trabalhador para em diversos casos previstos na lei, tem condições de sacar a sua própria poupança , compulsória, depositado pelo empregador.  É lei.  

O governo Lula e posteriormente o governo Dilma, vem utilizando os recursos do FGTS, patrimônio do trabalhador, para subsidiar o programa Minha Casa Minha Vida, programa carro chefe de ambos governos.  Na propaganda vende a mentira, como sempre, como se o subsídio fosse do Tesouro, que não é.  O subsídio se fosse do Tesouro, seria de toda sociedade.  Mas não é assim que está funcionando.

O Lula e Dilma sempre dizem que "meu governo" subsidia o maior programa habitacional da história.  Dois pontos a considerar.  O subsídio do programa MCMV como dito acima é bancado com o patrimônio do trabalhador.  O segundo ponto é que a MCMV é um programa de financiamento com juros baixos feito com os recursos do FGTS, patrimônio do trabalhador, e recursos da Caderneta de Poupança, recursos privados também.

Sim, não há ilegalidade no subsídio do programa Minha Casa Minha Vida com o patrimônio do trabalhador FGTS.  O Conselho Curador compostos em paridade entre o governo e trabalhadores aprovaram o "subsídio".  No balanço patrimonial do FGTS, consta na coluna de prejuízo os saques efetuados, conforme Tabela abaixo, extraído dos respectivos balanços.

2012 - R$ 6,163 bilhões
2011 - R$ 5,500 bilhões
2010 - R$ 4,080 bilhões
2009 - R$ 4,230 bilhões
2008 - R$ 1,406 bilhões

Os referidos valores estão contabilizados como despesas sob rubrica: Desconto com mutuários e remuneração doa agentes financeiros.  

Deixando de lado questão legal que está adequadamente blindado com a aprovação do Conselho Curador, instância máxima de decisão sobre aplicação e destinação dos recursos, tem dois aspectos a considerar.

O primeiro aspecto é que os presidentes Lula & Dilma, mentiram e mentem sobre a origem do dinheiro do subsídio.  A propaganda é no mínimo enganosa.  O primeiro é que não é "meu governo" que dá o subsídio, mas sim os trabalhadores via FGTS.  

O segundo aspecto é que me intriga mais ainda, é que o assuntos é sobejamente conhecido pelo PT, incluído senador sindicalista Paulo Paim e pela senadora e ministra "relaxa e goza" Marta Suplicy.  Com os meus olhos assisti na TV Senado, o conhecimento que estes senadores tem sobre o fato.   

Indignado fico mais ainda, quando vejo o CUT, Força Sindical e CGT, representantes legítimos dos trabalhadores, nada fazem e nem denunciam sobre estes subsídios que dilapidam o patrimônio do próprio trabalhador.  Eles fazem parte da quadrilha Lula & cia.  No tempo do Getúlio, Jango e Brizola esta turma eram considerados "pelegos".  Nos tempos do Lula & Dilma, continuam sendo os  "pelegos" que se beneficiam do poder em troca de sacrifício dos próprios trabalhadores que eles representam.

Eu já me conscientizei, para não me internar no sanatório de loucos, de estar vivendo numa republiqueta denominado Burundi, ex Brasil.

Bom dia, companheiros burundianos!

Ossami Sakamori

domingo, 12 de janeiro de 2014

O confisco secreto da Caixa

Relatórios da Controladoria-Geral da União e do Banco Central mostram que a Caixa encerrou irregularmente mais de 525 mil contas poupança e usou o dinheiro para engordar seu lucro de 2012 em R$ 719 milhões

Por Claudio Dantas Sequeira
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Uma auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU), órgão vinculado à Presidência da República, aponta que, em 2012, a Caixa Econômica Federal promoveu uma espécie de confisco secreto de milhares de cadernetas de poupança. Em um minucioso relatório composto por 87 páginas, os auditores da CGU revelam os detalhes da operação definida como ?sem respaldo legal?, que envolveu o encerramento de 525.527 contas sem movimentação por até três anos e com valores entre R$ 100 e R$ 5 mil. Os documentos obtidos por ISTOÉ mostram que o saldo dessas contas foi lançado, também de forma irregular, como lucro no balanço anual da Caixa, à revelia dos correntistas e do órgão regulador do sistema financeiro. No total, segundo o relatório da CGU, o ?confisco? soma R$ 719 milhões. O documento foi remetido à Assessoria Especial de Controle Interno do Ministério da Fazenda e ao Banco Central e desde novembro auditores do BC se debruçam sobre a contabilidade da Caixa para apurar as responsabilidades. ISTOÉ também teve acesso a cinco pareceres do Banco Central que foram produzidos após as constatações feitas pela CGU. Em todos eles os técnicos concluem que a operação promovida em 2012 foi ilegal. No documento redigido em 4 de novembro do ano passado, o Departamento de Normas do BC (Denor) adverte que a operação examinada consiste em ?potencial risco de imagem para todo o Sistema Financeiro Nacional?.
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Nos cálculos feitos pelos auditores da CGU, os R$ 719 milhões obtidos com essa espécie de confisco representaram nada menos que 12% do lucro do banco naquele ano, engordando o pagamento de bônus a acionistas. Essa é uma forma de turbinar o lucro do banco, mas é crime contra o Sistema Financeiro Nacional?, disse à reportagem um dos auditores que investigam a operação. O dado que despertou a atenção dos auditores em uma rotineira prestação de contas foi um crescimento de 195% na rubrica ?Outras Receitas Operacionais? em apenas um ano. A Caixa, então, foi convocada a detalhar a contabilidade, identificando as fontes de todos os recursos. No relatório, os técnicos da CGU registram que houve resistência em fornecer as explicações, mas a CEF acabou mostrando todas as planilhas. A CGU descobriu, então, que foram selecionadas para encerramento 525.527 contas de poupança, praticamente todas elas pertencentes a pes-soas físicas. Essas contas foram escolhidas a partir do saldo e do período em que permaneceram sem movimentação. Foram encerradas as poupanças com saldos de até R$ 100 e sem movimentação havia mais de um ano; até R$ 1 mil e inativas por dois anos; e até R$ 5 mil sem movimento por três anos. Essa rotina foi implantada em janeiro e finalizada em agosto. Ao final do semestre, os valores remanescentes na conta Credores Diversos? eram transferidos para a subconta de resultado.Outras Receitas Operacionais?. Para a CGU, não há lei ou regulamento que determine que o saldo de uma conta encerrada deva ser incorporado ao resultado e, posteriormente, ao patrimônio de um banco. Além disso, a legislação determina o prazo prescricional de 25 anos para a devolução dos saldos de contas encerradas, com recolhimento ao Tesouro. Não sendo reclamados ao final de mais cinco anos, podem somente então ser incorporados ao patrimônio da União.
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Aos auditores da CGU e ao Banco Central, a Caixa argumentou que para encerrar as contas se amparou em resolução do Conselho Monetário Nacional (2025/1993), numa circular do Banco Central (3006/2000) e no ma-nual normativo da própria instituição. Alegou que as contas encerradas continham falhas cadastrais e, por isso, deviam ser fechadas. Ocorre que, segundo os técnicos da CGU e os analistas do Banco Central, as normas citadas não se aplicam no caso de encerramento de poupanças, muito menos prevê a apropriação dos valores pelo banco.
A Resolução 2025 de 1993 trata na verdade, segundo os auditores, do encerramento de contas abertas ?com documentação fraudulenta, quando há indícios de crime contra a administração pública. E para promover o encerramento é necessária autorização judicial. Ou seja, para que a Caixa pudesse fechar as 525.527 poupanças precisaria comunicar cada um dos casos à Polícia Federal e só depois de confirmados os indícios de fraude é que as contas poderiam ser encerradas. Da mesma forma, de acordo com os auditores, a Circular 3006 de 2000 prevê autorização do cliente para encerramento da conta. Na operação de 2012, a Caixa não procurou os titulares das poupanças previamente, não identificou os indícios de fraude e nem sequer consultou o Banco Central, segundo os relatórios obtidos por ISTOÉ. Na semana passada, a direção da CEF encaminhou nota à revista reafirmando ter consultado os correntistas (leia a versão da CEF na pág. 49).
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Ainda segundo o relatório da CGU, os auditores tiveram acesso a um parecer anexado ao voto no conselho diretor pelo setor jurídico da Caixa. Nesse parecer era recomendado que antes de finalizar a operação fosse feita uma consulta ao BC. Além disso, no mesmo documento o setor jurídico da Caixa alertava para os riscos de dano à imagem do banco, além de enquadramento civil por ?enriquecimento sem causa? (art.884 a 886 do Código Civil) e criminal, por apropriação indébita (art. 168 do Código Penal). Em parecer enviado à CGU, o Banco Central aponta a completa ausência de respaldo legal para o encerramento das contas, especialmente as de poupança. ?A regulamentação não prevê a possibilidade de encerramento de contas que não tenham sido movimentadas. Não é possível se apropriar de um patrimônio que não é de sua propriedade?, afirma o documento. O BC ressalta ainda que a Caixa, antes da baixa das contas classificadas como inativas, procedeu à reclassificação de seus saldos para uma conta de natureza diversa da de poupança. O voto do conselho diretor que aprovou o encerramento das contas consideradas inativas também autorizou a transferência de seus saldos para a rubrica ?Credores Diversos?, em uma subconta denominada ?Contas Encerradas ? RE. BACEN 2025/93?. ?A mudança na conta de registro desrespeita a essência econômica (depósito) da operação e, ainda, compromete a sua devida evidenciação?, acrescenta o parecer do Banco Central. Segundo os técnicos do BC, ?o procedimento visa a afastar a transparência?.
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Um dos anexos do relatório da CGU é o chamado ?Certificado de Auditoria Anual de Contas?, assinado pelo coordenador-geral da área fazendária, Antonio Carlos Bezerra Leonel. Ele identifica como responsáveis diretos pela operação os vice-presidentes da Caixa Raphael Rezende Neto, da área de controle e risco, e Fabio Lenza, que cuida das contas de pessoa física. ?Um dos vice-presidentes foi responsável pela execução do procedimento sem adequada transparência nas demonstrações contábeis e consulta ao Banco Central, o outro era responsável pela área finalística de onde mais de 99,70% dos recursos eram oriundos. Cabe ressaltar que o procedimento foi aprovado pelo conselho diretor da Caixa em 2010, mas não havia nenhuma explicação de que os recursos obtidos pelo procedimento seriam retirados do passivo para o resultado do banco?, escreve Leonel, que recomenda a aprovação com ressalva das contas dos dois dirigentes. O voto é reiterado pela diretora de auditoria econômica da CGU, Renilda de Almeida Moura, que o encaminha ao ministro-chefe da Controladoria-Geral, Jorge Hage, e ao Tribunal de Contas da União.
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O Banco Central já enviou para a CGU a conclusão final da inspeção feita nas contas da Caixa. Também emitiu ofício à CEF determinando a cessação imediata da prática adotada e a correção dos lançamentos contábeis na prestação de contas de 2013. Isso significa que o lucro inflado irregularmente em 2012 pela apropriação irregular das poupanças deverá ser descontado do lucro que será divulgado pela Caixa até março. A CEF também foi obrigada a emitir uma nota explicativa do caso e a ressarcir os correntistas que tenham sido prejudicados. Até novembro do ano passado, mais de 6,4 mil clientes já procuraram a Caixa preocupados com o desaparecimento de seus depósitos, num total de R$ 20,6 milhões. O banco diz que está restituindo cada centavo corrigido.
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FISCALIZAÇÃO
Auditores da Controladoria-Geral da União fizeram relatório com 87 páginas 

sábado, 11 de janeiro de 2014

Lista dos países que não exigem visto para brasileiros

O primeiro item que o viajante deve se preocupar é com relação a documentação exigida para o destino, afinal boa parte dos países exigem passaportes, vistos e até vacinas.
passaporte mochilao
Já falei aqui sobre a lista dos países que exigem visto, mas uma dica muito legal também é que muitos países não exigem visto de entrada para brasileiros na condição de turistas. Entre eles, muitos países europeus, nos quais você pode passar 90 dias a cada 6 meses. Outros países que não exigem visto são os parceiros do Mercosul, nos quais você apenas precisa apenas do documento de identidade, lembrando que ele deve ter no máximo 10 anos de emissão.
Países que não exigem visto para brasileiros
A → África do Sul – Albânia – Alemanha - Andorra - Antilhas Francesas - Argentina - Áustria - Bahamas
B → Barbados - Bélgica - Bolívia - Bósnia - Bulgária
C → Chile – Colômbia - Coréia do Sul - Costa Rica - Croácia
D → Dinamarca
E → Egito – Equador - Eslováquia - Eslovênia -Espanha
F → Filipinas - Finlândia - França
G → Grécia - Guatemala - Guiana
H → Honduras - Hong Kong - Hungria
I  → Inglaterra – Irlanda - Islândia - Israel - Itália
L → Líbano – Liechtenstein - Luxemburgo
M → Macau – Macedônia – Malásia - Marrocos – México – Mônaco – Montenegro
N → Namíbia - Noruega - Nova Zelândia
H → Holanda
P → Palestina – Panamá - Paraguai - Peru - Polônia - Portugal
R → Reino Unido - República Tcheca - Rússia
S → San Marino – Sérvia – Suécia - Suíça - Suriname
T → Tailândia - Trinidad e Tobago - Tunísia - Turquia
U → Ucrânia – Uruguai
V → Vaticano - Venezuela
VEJA TAMBÉM → Lista e conversão de moedas dos países
De qualquer forma antes de viajar para um dos países abaixo sugiro consultar o consulado do destino, pois pode haver alguma mudança sobre a obrigação do visto. Outra sugestão é reservar sua hospedagem antecipadamente como por exemplo no site da Trivago (www.trivago.com.br),  assim evita problemas de última hora.

sábado, 30 de novembro de 2013

As 8 partículas subatômicas mais fundamentais do universo

Na Grécia Antiga, acreditava-se que todas as coisas do mundo eram formadas por elementos como fogo, terra, água e ar. Posteriormente, o átomo era tido como a base de tudo, compondo tudo o que existe – concepção que não está equivocada, porém, com o surgimento da física moderna, constatou-se que existem muitas partículas mais fundamentais do que um átomo.
Dentro de cada átomo, um novo mundo – o mundo quântico, habitado por partículas subatômicas, como os prótons e nêutrons, que por sua vez são formados por partículas ainda mais fundamentais.
Conheça nessa lista as 8 partículas fundamentais mais importantes do universo.

Neutrino

Neutrinos praticamente não possuem massa, e viajam pelo espaço em uma velocidade próxima a da luz (300 mil km/s). A cada segundo, dezenas de bilhões dessas partículas subatômicas atravessam seu corpo, enquanto milhares dessas partículas são criadas dentro de você a todo instante.
E o efeito de toda essa atividade é nulo, isso porque o neutrino interage muito pouco com outras partículas, sendo considerado uma partícula fantasma.
O neutrino se forma no núcleo de um átomo, quando um nêutron se transforma em um próton, ou o contrário. Isso é muito comum em átomos de hidrogênio de estrelas como o Sol e em átomos de potássio que compõem seu corpo. Sempre quando essas transformações acontecem, elas liberam energia, originando um novo neutrino.

Elétron

Átomo
Você viu que o neutrino é fantasmagórico, anti-social e nômade, mas o elétron não. Essa partícula habita a periferia de um átomo, denominada eletrosfera. Os elétrons também quase não possuem massa, mas são responsáveis por muitos fenômenos da natureza, como a imagem de sua televisão, o acendimento de uma lâmpada, o calor de um ferro de passar, entre outras infinitas coisas.
O elétron foi descoberto em 1897, e foi a primeira partícula subatômica a ser conhecida. Até hoje ele é fundamental, ou seja, não é composto por nenhuma outra partícula, diferentemente dos prótons e nêutrons, que são formados pelo próximo item da lista.

Quarks

Quarks são os formadores dos prótons e nêutrons, que por sua vez, formam um átomo. Cada próton e nêutron é composto por 3 quarks inseparáveis, que possuem uma carga elétrica denominada cor, que pode ser azul, vermelha ou verde. Junto com seu grupo, cada quark troca de cor, ou carga, a todo instante.

Glúon

Glúons
Glúons são os responsáveis por manter os quarks unidos, atuando como se fosse uma “cola”, além de influenciar na troca de carga entre eles. Os glúons deixam os quarks livres quando eles estão próximos ao centro do grupo, mas os puxam de volta quando tentam deixar o grupo. Essas partículas são responsáveis pela existência da maior força do universo, a força nuclear forte, quase que infinitamente mais forte do que a gravidade.
A força nuclear forte mantem o núcleo do átomo coeso. Contudo, a força pode falhar, e o núcleo do átomo pode se desfazer. Quando isso acontece, é a vez de um fenômeno conhecido fissão nuclear entra em cena.

Bósons da força fraca

Como o próprio nome sugere, elas são responsáveis pela força nuclear fraca, e causam uma verdadeira bagunça no interior dos átomos. A gangue é composta pelos bósons W-, W+ e Z, todos 86 vezes mais pesados que um próton.
Eles podem expulsar partículas de dentro dos átomos, causando a radiação e a divisão do núcleo atômico citado no tópico anterior. Mesmo com tanta violência, essa força é menos forte do que a força nuclear forte.

Fótons

O fóton é conhecido por formar a luz visível, mas também faz parte do sinal da televisão, do celular, dos raios X e da força que prende o ímã na geladeira de sua cozinha. O fóton carrega a segunda força mais poderosa do universo, o electromagnetismo, que é bilhões de vezes mais forte do que a gravidade e somente 100 vezes mais fraca do que a força nuclear forte.
O toque que você sente é nada menos do que uma repulsão electromagnética entre algo e sua pele. Essa repulsão acontece por causa dos fótons que sua mão e esse algo trocam quando se aproximam.
Além disso, o electromagnetismo é a força responsável por manter os elétrons orbitando o núcleo atômico, comandando as ligações químicas dos átomos e moléculas.

Gráviton

E a força que derrubou a maçã sobre a cabeça de Newton e mantém os planetas em órbita do Sol é totalmente incompreendida pela mecânica quântica, onde todas as forças são transportadas por uma partícula energética. A partícula responsável pela gravidade é o grátivon, só há um problema – ninguém nunca viu o viu, tampouco sabemos se ele existe mesmo. Por hora, é uma partícula hipotética, e um buraco no Modelo Padrão, que explica todas as partículas vistas até aqui.
Enquanto a gravidade continua não fazendo sentido para os físicos, o que não falta são teorias para explicá-la. Uma delas, são os universos paralelos. [Por que a gravidade é a força mais fraca do universo?]

Bóson de Higgs

LHC
A celebridade do ano passado é a partícula que fecha a lista. Ela é responsável por conferir massa a todas as outras partículas (exceto as fantasmas, com quem não interage). Se não fosse o bóson de Higgs, os quarks não teriam massa, e sem massa seria impossível um átomo surgir, e sem átomos não existiria nada que valesse a pena ser visto no universo. A descoberta do bóson de Higgs fez os cientistas compreenderem 4,6% do todo o universo, agora falta o restante.

Rudolph Fentz: A lenda do viajante do tempo

Rudolph Fentz é o personagem principal de uma das mais famosas lendas urbanas envolvendo viajantes do tempo.
Times Square
Era Junho de 1950 em Nova York, nos Estados Unidos, um homem vestido com roupas muito antiquadas para a época foi avistado por civis na famosa área comercial Times Square. Aparentemente perdido e muito assustado com a movimentação intensa dos automóveis e os intensos brilhos dos faróis que o deixavam em pânico, o homem foi atropelado e veio a óbito.
Examinando o corpo do falecido, a polícia encontrou em suas vestimentas uma moeda do século XIX fora de circulação, uma carta com carimbo postal de 1876 e também velhas cédulas de dinheiro datadas do mesmo ano, nenhum dos pertences do cidadão apresentavam sinais de envelhecimento. Foram encontrados também documentos antigos e cartões de visita em nome de Rudolph Fentz, porém nenhum registro moderno foi encontrado com este nome.
Após longas pesquisas, a polícia finalmente chegou à viuva de um homem chamado Rudolph Fentz Junior, a qual declarou que seu sogro, Rudolph Fentz, desaparecera misteriosamente sem deixar qualquer traço exatamente em 1876. Além destes fatos, o endereço encontrado nos cartões profissionais do homem era de uma casa aonde, após investigações, foi constatado que pertencera a um homem chamado Rudolph Fentz.
Não restaram alternativas aos policiais a não ser constatar que de alguma forma, o sujeito desapareceu no ano de 1876, e foi encontrado 74 anos depois, como se tivesse viajado através do tempo.
Em 2000, após a revista espanhola ‘Más Allá’ publicar uma representação dos eventos descritos como um relatório fatual, o pesquisador Chris Aubeck investigou a história para verificar sua veracidade.
A história teve origem em uma obra de ficção nos anos 50 denominada A Voice from the Gallery, do escritor Ralph M. Holland. Este, por sua vez, se inspirou no conto ”I’m Scared”, criado pelo autor Jack Finney. A história foi citada em vários livros a partir dos anos 70, e com o advento da Internet nos anos 90, ganhou muita força e popularidade, se tornando uma das mais célebres lendas urbanas sobre viagem do tempo.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

omo seria a Terra sem a Lua?

A Lua surgiu de um impacto da Terra e um corpo denominado Thea há bilhões de anos. Se ela não existisse, ou desaparecesse por algum motivo, a vida no planeta seria bem diferente, ou melhor, até poderia não existir.
Terra e Lua
O eixo de rotação do planeta Terra permanece estável em cerca de 23,5º de inclinação, e isso só é possível por causa de nosso satélite natural. Sem ele, a inclinação atingiria 85º, o que não seria um fator favorável a vida.
Os dias seriam mais curtos sem a Lua, algo entre 15 e 18 horas. Isso aconteceria porque com a Lua, as forças de maré diminuem a velocidade de rotação do planeta, tornando o dia mais longo. Com uma velocidade de rotação mais rápida, a atmosfera terrestre se moveria com maior velocidade, fazendo com que os ventos ficassem muito mais fortes e grandes furacões seriam mais longos.
Por causa da mudança do eixo de inclinação e a velocidade orbital, o clima seria drasticamente diferente. Nos polos, onde faz muito frio, seria quente como nos trópicos, que estariam cobertos por gelo.
Como se não bastasse, aquela esfera esburacada branca atua como um eficiente escudo contra a colisão de asteroides. Se ela não existisse, a Terra seria a única fonte de atração gravitacional, atraindo ainda mais objetos para a superfície do planeta.
Imaginando que a Lua nunca tenha existido, o impacto da Terra e Thea que a formou também nunca teria acontecido. Durante esse impacto, a órbita do planeta foi alterada. Hoje provavelmente teríamos uma órbita menos elíptica, além de uma planeta maior (a Lua é formada com pedaços da crosta da Terra).
Como deu pra perceber, sem a Lua, a vida seria não somente diferente, mas poderia nunca ter surgido. E a essa altura você já deve estar se perguntando se algum dia nosso planeta ficará sem a Lua. A resposta é afirmativa. Ao longo de dezenas de milhões de anos, as forças da maré diminuíram ainda mais a velocidade de rotação, tornando os dias cada vez mais longos. Contudo, a Lua se afasta do planeta 3,8 cm por ano. E um dia poderá se desprender da órbita do planeta. Cientistas estimam que isso poderá acontecer daqui a 1 ou 2 bilhões de anos.
Embora alguns cientistas calculem que a ausência da Lua daria ao nosso planeta uma precessão caótica (o eixo de rotação da Terra pode passar a oscilar descontroladamente), a maioria discorda. Para eles, a Lua não irá se afastar para sempre, mas sim até somente a translação da Lua atingir um valor de 55 dias, quando a Lua estiver 60% mais distante do que está hoje. Contudo, segundo eles, isso só aconteceria daqui a 15 bilhões de anos. Vale lembrar que até lá o sistema solar inteiro deixará de existir, pois o Sol só irá viver mais uns 5 ou 6 bilhões de anos, antes de se tornar uma gigante vermelha e produzir uma nebulosa planetária.
Estamos vivendo no momento adequado para a Terra abrigar vida em abundância e ser iluminada pelo luar. Até a Lua desaparecer, provavelmente já teremos encontrado uma nova casa.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Big Bang pode ter sido o fim de um outro Universo


XXXXXX- Penrose, renomado físico da Universidade de Oxford aponta evidências para o modelo de Universo Cíclico.


         Segundo Roger Penrose, prestigiado físico da Universidade de Oxford, o famoso Big Bang pode não ter sido somente o início de tudo, como também, o fim de um outro Universo que existia antes desse. E, melhor, o britânico diz ter agora evidências concretas sobre esse ciclo cosmológico.

         O trabalho foi em parceria com o armênio Vahe Gurzadyan, da Universidade Estadual de Yerevan. Há três anos eles analisam dados do satélite WMAP. A sonda americana foi projetada para fazer um mapeamento universal da radiação cósmica de fundo (conhecida como o "eco" do Big Bang), gerada quando o Universo tinha menos de 400 mil anos de existência, e detectado pelo satélite na forma de micro-ondas. Hoje, o cosmo tem 13,8 bilhões de anos.

         Penrose e Gurzadyan já diziam, desde 2010, que conseguiram detectar pequenas flutuações na radiação cósmica de fundo, na forma de círculos concêntricos.

         Isso, segundo eles, seria resultado da colisão de buracos negros gigantes, numa época que precedeu o Big Bang, ou seja, seria implicação de que o Universo já existia, em outra forma, antes do período de expansão que conhecemos e observamos hoje.

         Os cosmólogos constataram, com alguma surpresa, que os círculos apontados por Penrose e Gurzadyan estavam de fato lá, e haviam passado despercebidos até então. Entretanto, realizando simulações de como seria a radiação cósmica de fundo com base na cosmologia clássica -para a qual tudo começa no Big Bang-, constataram que os círculos também apareciam.

         Ou seja, o fenômeno era real, mas a parte que dizia respeito a outro universo antes deste parecia ser apenas elucubração da dupla.

         Penrose e Gurzadyan agora retornaram com a divulgação do Universo Cíclico, mas desta vez, com novas evidências. Em uma análise mais profunda dos círculos, publicada recentemente no "European Physical Journal Plus", eles concluem que o padrão observado se encaixa melhor na hipótese de um universo cíclico, com eventos que antecedem o Big Bang.

         A dupla agora trabalha na análise de dados do satélite europeu Planck, que faz basicamente a mesma coisa realizada anos atrás pelo WMAP, porém, com mais precisão. "Nosso trabalho está avançando", diz Gurzadian. "Contudo, pretendemos divulgar os resultados inicialmente para especialistas."