terça-feira, 1 de outubro de 2013

Déficit comercial acumulado até setembro é o pior desde 1998



BRASÍLIA  -  (Atualizada às 14h05) A balança comercial brasileira registrou um déficit de US$ 1,622 bilhão de janeiro a setembro. Esse é o pior saldo do comércio exterior do Brasil nos nove primeiros meses de um ano desde 1998, quando o resultado foi negativo em US$ 3,637 bilhões, segundo série histórica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), iniciada em 1993.
O desempenho no acumulado de 2013 é bem diferente do verificado em igual período de 2012, quando foi registrado superávit de US$ 15,724 bilhões.
O déficit acumulado no ano, por ora, decorre de quatro meses de resultados negativos: janeiro (US$ 4,041 bilhões), fevereiro (US$ 1,279 bilhão), abril (US$ 9945 milhões) e julho (US$ 1,899 bilhão).
A balança comercial foi superavitária nos outros cinco meses: março (US$ 161 milhão), maio (US$ 757 milhões), junho (US$ 2,3 bilhões), agosto (US$ 1,226 bilhão) e setembro (US$ 2,147 bilhões).
Uma das explicações para o forte déficit no acumulado do ano é a movimentação de US$ 4,6 bilhões em importações de petróleo e derivados que ocorreram no fim de 2012, mas que foram computadas apenas no começo do ano.
Apenas em setembro, o superávit de US$ 2,147 bilhões foi o menor para o mês desde 2010, quando o saldo positivo foi de US$ 1,071 bilhão. No nono mês de 2012, o superávit correspondeu a US$ 2,553 bilhões.
As vendas de bens nacionais para o exterior somaram US$ 20,996 bilhões em setembro deste ano e as importações, US$ 18,849 bilhões. Um ano antes, essas cifras ficaram em US$ 19,998 bilhões e US$ 17,445 bilhões.



domingo, 29 de setembro de 2013

Governo tem superávit primário de R$ 87 milhões em agosto


BRASÍLIA  -  (Atualizada às 16h05) O governo central, que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, registrou superávit primário – economia para pagamento de juros da dívida pública –de R$ 87 milhões em agosto, ante resultado positivo de R$ 1,607 bilhão no mesmo mês do ano passado. O superávit de agosto de 2013 é o pior para o mês desde o início da série histórica, em 1997.
No acumulado do ano, o superávit primário do governo central foi de R$ 38,473 bilhões, equivalente a 1,23% do Produto Interno Bruto (PIB), contra R$ 53,580 bilhões ou 1,86% do PIB em igual período do ano passado.
Segundo números do Tesouro Nacional, divulgados nesta quinta-feira, 27, o resultado de agosto é reflexo de um superávit do Tesouro Nacional de R$ 5,797 bilhões, déficit da Previdência Social de R$ 5,733 bilhões e resultado positivo do Banco Central R$ 22,8 milhões.
Este foi o pior resultado para o período desde 2010, quando o saldo ficou positivo em R$ 29,681 bilhões.
Desempenho em queda
O desempenho das contas do governo central no acumulado de 2013 representa uma queda de 28,2% em relação a igual período de 2012, quando o superávit acumulado foi de R$ 53,6 bilhões.
Desde 2011, o indicador fiscal vem apresentando seguidos recuos nos primeiros oito meses na comparação com o ano anterior. O superávit primário registrado de janeiro a agosto de 2011 foi de R$ 69,9 bilhões.
O resultado primário do governo central até agora foi puxado pelo primeiro mês do ano. Em janeiro, o superávit foi de R$ 26,2 bilhões. Fevereiro teve déficit nas contas públicas, com saldo negativo de R$ 6,6 bilhões. 
Os últimos cinco meses voltaram a registrar superávit: R$ 276 milhões, em março; R$ 7,2 bilhões, em abril; R$ 6 bilhões, em maio; R$ 1,3 bilhões, em junho; R$ 3,7 bilhões em julho e os R$ 87 milhões de agosto, divulgados hoje.
Meta
Em 2013, o governo central tem de entregar um superávit de R$ 108 bilhões. A meta fixada para setor público consolidado é de R$ 155,9 bilhões.
O governo já informou, no entanto, que contará com o abatimento de até R$ 45 bilhões de investimentos referentes ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e desonerações, entregando superávit equivalente a 2,3% do PIB.
Investimentos
Os investimentos totais do governo federal somaram R$ 42,1 bilhões no ano até agosto de 2013. A cifra é 0,8% menor do que os R$ 42,5 bilhões apurados no mesmo período do ano passado. Os valores incluem os dispêndios com o programa Minha Casa Minha Vida.
Só no programa habitacional, os desembolsos entre janeiro e agosto foram de R$ 10,1 bilhões — resultado R$ 623,3 milhões inferior ao de igual período de 2012.
Olhando apenas as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), até agosto, os desembolsos foram de R$ 29 bilhões no ano, contra R$ 27,3 bilhões registrados nos oito primeiros meses de 2012. Um avanço de 6,2%.
Na comparação de janeiro a julho de 2013 com os mesmos meses de 2012 é verificada uma alta de 0,1% no investimento. 
Augustin
O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, acredita que a queda do investimento verificada em agosto vai se recuperar a partir de setembro. “Há uma tendência de recuperar o investimento. Mantemos previsão de que vai avançar bastante nos próximos meses”, avaliou Augustin.
Ainda, de acordo com o secretário, esse número negativo apurado em agosto foi influenciado por “sazonalidades”, como a greve dos servidores do Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito (DNIT).
Questionado, o secretário disse que espera que, ao fim do ano, o crescimento do investimento seja semelhante ao apurado nos gastos de custeio.



terça-feira, 24 de setembro de 2013

Asteroide matador é do Brasil-sil-sil!



Você enxerga a cratera de Araguainha nessa imagem feita por um satélite Landsat, da Nasa?
Olha só: nunca antes na história deste país se teve notícia de uma tragédia parecida. A maior extinção em massa de todos os tempos pode ter começado a partir de um impacto de asteroide no Mato Grosso, cerca de 254 milhões de anos atrás.
A hipótese foi levantada por um grupo internacional de pesquisadores liderado por Eric Tohver, da University of Western Australia, e rendeu a capa da revista Pesquisa Fapesp deste mês, em competente reportagem do meu chapa Marcos Pivetta.
O trabalho, feito em colaboração com geólogos da USP, investiga a cratera de Araguainha, a maior das cicatrizes deixadas por asteroide no nosso Brasilzão. Eles estimam que um objeto de cerca de 4 km se chocou contra o nosso planeta naquela região e iniciou a cadeia de eventos que levaria à mais severa extinção em massa da história da Terra, com perda de 96% das espécies marinhas e 70% das espécies vertebradas terrestres.
Esse episódio de matança indiscriminada, conhecido também como a Grande Matança, ou evento de extinção do Permiano-Triássico, deixou a que aconteceria mais tarde — e acabaria com os dinossauros — no chinelo.
O que é curioso é que a morte dos gigantes lagartos (ou avós das galinhas, como queiram), ocorrida 65 milhões de anos atrás, foi ocasionada por um asteroide bem maior, com pelo menos 10 km  de diâmetro. E, por incrível que pareça, foi menos severa do que a ocasionada pelo impacto de Araguainha, com um objeto menor.
Por quê? Ao que parece, a grande tragédia do impacto brasileiro foi ter acontecido num terreno com muito carbono orgânico armazenado. A pancada (que gerou a cratera que vemos hoje, com respeitáveis 40 km de diâmetro) liberou uma quantidade brutal de metano na atmosfera, causando um aquecimento global violento e quase instantâneo. Sem tempo para se adaptar, muitas espécies morreram, causando o colapso da cadeia alimentar.
Vale lembrar que a hipótese de que a extinção do Permiano-Triássico teria acontecido pelo impacto brasuca ainda é controversa. Até agora, o único episódio de morte maciça de espécies indubitavelmente ligado ao impacto de um pedregulho espacial, dos sete conhecidos, é mesmo o que acabou com a festa dos dinossauros.
De toda forma, o estudo é um lembrete de que, quando um asteroide de grande porte cai por aqui, as coisas não costumam caminhar bem. Ignorar os assuntos espaciais é pedir para que algo assim aconteça de novo. Como dizia Arthur C. Clarke, “os dinossauros morreram porque não tinham um programa espacial”.

domingo, 1 de setembro de 2013

A Física Quântica

"Não existe 'lá fora', um lá fora que seja independente do 'aqui dentro'". (Fred Alan Wolf)


Breve Histórico


O termo "física quântica" foi usada pela primeira vez em 1931, no trabalho Planck's Universe in Light of Modern Physics (O Universo em Luz da Física Moderna de Planck), de Johnston.



Em  1900, Max Planck, físico alemão, introduziu a ideia de que a energia era quantizada. Em 1905, Einstein explicou que toda a radiação eletromagnética pode ser dividida num número finito de "quanta de energia", que são localizados como pontos no espaço. 


Em 1924, surge a teoria de 'ondas de matéria', apresentada pelo físico francês Louis-Victor de Broglie. Esta teoria diz que as partículas podem exibir características de onda e vice-versa. 


Baseando-se nessa teoria, os físicos alemães Werner Heisenberg e Max Born desenvolveram a mecânica matricial, enquanto o físico austríaco Erwin Schrödinger criou a 'mecânica de ondas'. Assim nasceu a mecânica quântica moderna, em 1925.


Uma Ciência Diferente



Ao estudar as menores partículas da natureza, seus constituintes e maneira de se comportar, os cientistas criaram a Física Quântica. Com ela, surgiu o Princípio da Incerteza de Heisenberg. 
A Física Quântica descortina um mundo novo, onde a dualidade onda-partícula nos mostra que partículas se comportam ora como partículas ora como ondas. Isto choca o raciocínio concreto, descartiano. 
O próprio Einstein, um dos seus fundadores, acreditava que a física quântica estava errada. 


Nosso mundo é feito de átomos. Num passado não tão passado, julgava-se que os átomos seriam as menores partículas da matéria. Depois, descobriu-se que os átomos são formados por quarks e elétrons. 
E ainda existem os fótons. 
Ao observar o comportamento desses microcomponentes, os cientistas se depararam com algo extremamente bizarro e inquietante: eles constataram que nunca se sabe exatamente sua exata posição. Ou seja: os elétrons de um átomo somem de um lugar e reaparecem em outro, sem que se consiga perceber o caminho que seguiram. 
Fragmentos que ora se comportam como ondas, ora se comportam como partículas são uma realidade no universo quântico.
A teoria quântica mais parece uma ficção científica. Ela diz que as partículas podem estar em dois ou mais lugares ao mesmo tempo. 
Segundo a teoria de Einstein, a velocidade da luz era o máximo. Agora, sabe-se que as partículas subatômicas comunicam-se instantaneamente, seja qual for a distância entre elas!


Salto Quântico


Esta expressão vem justamente da observação e constatação de que os elétrons se deslocam de forma instantânea de uma órbita a outra, desaparecendo e reaparecendo, sem que se possa prever em qual lugar exato reaparecerão, criando um mundo de possibilidades.
Afirma o dr. Satinover: "O verdadeiro mistério nisso tudo é que, de dentro desse estoque de possibilidades, a que acontecerá é determinada por alguma coisa que não é parte do universo físico. Não existe um processo que faça aquilo acontecer".
É realmente um desafio para a nossa mente comum... 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

PIB cresce 1,5% no segundo trimestre do ano e alcança R$ 1,2 trilhãoNo primeiro semestre, o PIB apresentou uma expansão de 2,6% em relação a igual período de 2012

30/08/2013 09:01
O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,5% no segundo trimestre do ano, em comparação ao primeiro trimestre de 2013, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na manhã desta sexta-feira (30/8). No primeiro semestre, o PIB apresentou uma expansão de 2,6% em relação a igual período de 2012. O PIB em valores correntes alcançou R$ 1,2 trilhão no segundo trimestre.

No acumulado nos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2013 (12 meses), o crescimento foi de 1,9% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. O destaque foi para agropecuária (crescimento de 3,9% no volume do valor adicionado), seguida por indústria (2,0%) e serviços (0,8%). Na comparação com o segundo trimestre de 2012, o PIB cresceu 3,3%, com destaque para agropecuária (13,0%) seguida por indústria (2,8%) e serviços (2,4%).

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A agropecuária se destacou, com crescimento de 3,9% no volume do valor adicionado. Na indústria houve aumento de 2,0%, enquanto que os serviços registraram expansão de 0,8%. A  construção civil teve alta de 3,8%, enquanto a indústria de transformação apresentou aumento do volume do valor adicionado de 1,7% em relação ao trimestre imediatamente anterior, seguida pela extrativa mineral (1,0%) e pela eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (0,8%).


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Patriota é demitido após fuga de senador boliviano para o Brasil

Levado a deixar o cargo após episódio com Bolívia, chanceler é substituído por atual representante do Brasil nas Nações Unidas, Luiz Alberto Figueiredo Machado, e passará a ocupar posto em Nova York

                                         

27 de agosto de 2013 |Desgastado com a fuga do senador boliviano Roger Pinto Molina, que provocou uma crise diplomática entre o Brasil e o governo de Evo Morales, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, foi levado a pedir demissão nesta segunda-feira, dia 26. Em seu lugar, foi imediatamente designado o embaixador do Brasil nas Nações Unidas, Luiz Alberto Figueiredo Machado.
Patriota é demitido após senador Pinto fugir da Bolívia - Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão
Patriota é demitido após senador Pinto fugir da Bolívia
A queda do chanceler tornou-se inevitável após a irritação no Palácio do Planalto com a fuga do senador boliviano de oposição, organizada pelo encarregado de negócios do Brasil em La Paz, Eduardo Saboia. Diante do que qualificou de "gravíssimo episódio", a presidente Dilma Rousseff decidiu imediatamente afastar o chanceler, tentando demonstrar ao próprio Evo sua indignação com o ocorrido.
Dilma indicou Patriota, diplomata de carreira, para o lugar de Figueiredo, na sede em Nova York das Nações Unidas. Saboia, por sua vez, será submetido a um processo administrativo e deverá ser "severamente" punido, segundo fontes do Palácio, pelo que a presidente Dilma está chamando de "grave quebra de hierarquia". A saída de Patriota, com quem Dilma já se desgastara, precipita a reforma ministerial programada para o fim do ano.
Dilma já havia conversado com Patriota e determinado que ele cancelasse sua viagem à Finlândia e permanecesse no Brasil para resolver o problema. A presidente estava "inconformada" com o episódio e com a quebra de hierarquia e queria saber exatamente quem estava a par da operação idealizada por Saboia.
Por isso, convocou no início da tarde desta segunda-feira ao Planalto os ministros da Defesa, Celso Amorim – a quem estavam subordinados os fuzileiros que fizeram a segurança do senador boliviano e às Forças Armadas –, e da Justiça, José Eduardo Cardozo, responsável pela Polícia Federal. Queria saber se eles tinham conhecimento da operação realizada em La Paz.
Recados. O senador boliviano conseguiu escapar de seu país após cruzar de carro de La Paz até Corumbá. Ele viajou em um automóvel da missão diplomática brasileira, escoltado por fuzileiros navais. Ao cruzar a fronteira, tomou um avião até Brasília.
O Brasil havia concedido asilo diplomático a Pinto, mas o governo Evo recusava-se a conceder um salvo conduto para que ele deixasse a Bolívia. Com o impasse, o congressista passou mais de 450 dias em um quarto da embaixada.
A conversa entre Dilma e Patriota foi rápida, no Palácio do Planalto. A irritação da presidente era maior porque a quebra da hierarquia de Saboia não se resumia à operação da madrugada de domingo. A Presidência havia explicitamente desautorizado uma "operação resgate" do senador boliviano, sem o salvo-conduto do governo Evo.
Enquanto Dilma falava com Patriota no Planalto, em rápida audiência, Saboia estava sendo ouvido pela Secretaria-Geral do Ministério das Relações Exteriores, dando as suas explicações para o inquérito administrativo aberto contra ele. O diplomata poderá acabar exonerado do cargo.
A posse do novo ministro deverá ocorrer na quarta-feira – ele desembarca no Brasil nesta terça. Dilma distribuiu nota oficial informando que "aceitou" o pedido de demissão de Patriota e agradecendo a sua "dedicação e empenho nos mais de dois anos que permaneceu no cargo" e anunciou sua indicação para a Missão do Brasil na ONU.
Figueiredo já acompanha a presidente Dilma na próxima sexta-feira na reunião da Unasul, em Paramaribo. Dilma não telefonou para Evo Morales e deve encontrá-lo apenas na reunião da Unasul. A Bolívia protestou ontem contra a fuga do opositor.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Dívida do Brasil passou de R$ 600 Bilhões para R$ 2,2 Trilhões em 10 anos de PT

Em 10 anos cada cidadão brasileiro tem uma dívida, feita pelo Governo Petista, de quase 1.0 Milhão de Reais.



 
Você ouve falar em "DÍVIDA EXTERNA e DÍVIDA INTERNA",em jornais e TV e não entende direito vamos explicar a seguir:
DIVIDA EXTERNA é uma dívida com os Bancos, Mundial,FMI e outras Instituições, no exterior em moeda externa. DIVIDA INTERNA é uma dívida com Bancos em R$ (moeda nacional) no país.
Então, quando LULA assumiu o Brasil,Em 2002, devíamos:
Dívida externa = 212 Bilhões Dívida interna = 640 Bilhões Total da Dívida = 851 Bilhões
Em 2007 Lula disse que tinha pago a dívida externa.
E é verdade, só que ele não explicou que,para pagar a dívida externa,ele aumentou a dívida interna:
Em 2007 no governo Lula:
Dívida Externa = 0 Bilhões Dívida Interna = 1.400 Trilhão Total da Dívida = 1.400 Trilhão
Ou seja, a Dívida Externa foi paga, mas a dívida interna mais que dobrou. Agora, em 2010, você pode perceber que não se vê mais na TV e em jornais algo dito que seja convincente sobre a Dívida Externa quitada. Sabe por que?
É que ela voltou...
Em 2010 no governo Lula:
Dívida Externa = 240 Bilhões Dívida Interna = 1.650 Trilhão Total DA Dívida = 1.890 Trilhão
Ou seja, no governo LULA, a dívida do Brasil aumentou em 1 Trilhão.Daí é que vem o dinheiro que o Lula está gastando no PAC,Bolsa família, bolsa educação, bolsa faculdade, bolsa cultura,Bolsa para presos, dentre outras mais bolsas... E de onde tirou 30 milhões de brasileiros da pobreza?
E não é com dinheiro do crescimento, Mas sim, com dinheiro de ENDIVIDAMENTO.
Os brasileiros, vão pagar muito caro pela atitude perdulária do governo Lula, Que não está conseguindo pagar Os juros dessa "Dívida trilhardária",Tendo que engolir um "spread"(taxa de Juros)Muito caro para refinanciar os "papagaios", Sem deixar nenhum benefício para o povo,Mas apenas DIVIDAS A PAGAR Por todos os brasileiros,Que pagam seus impostos...!!!
A pergunta que não quer calar é:
Dilma Vai continuar esta gastança? REPASSE PELO BEM DO PAÍS ! ACORDA BRASIL !!!
Pepinão do Governo Dilma: dívida superior a R$ 2 trilhões.
As contas do governo vão ficar mais "no vermelho" em 2013. Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, após atingir a marca inédita de R$ 2 trilhões no ano passado, a dívida pública (que inclui as dívidas externa e interna) vai continuar crescendo este ano, e pode chegar a R$ 2,24 trilhões – R$ 232 bilhões a mais em relação a 2012, e mais do dobro do que o governo federal arrecadou com impostos e tributos no ano passado (R$ 1,02 trilhão, valor que foi recorde histórico).
Segundo os dados do Tesouro, nos últimos oito anos a dívida pública dobrou: em 2004, o estoque de dívida estava em R$ 1,01 trilhão, subindo para R$ 2 trilhões no fechamento do ano passado – um crescimento de 98,8%. Os dados constam no Plano Anual de Financiamento (PAF) do Tesouro Nacionalx para o ano de 2012, divulgado nesta quinta-feira (21). O documento prevê um patamar entre R$ 2,1 trilhões, o que representaria um crescimento de R$ 92 bilhões, e R$ 2,24 trilhões, para a dívida pública brasileira no fim deste ano. Deste modo, a estimativa de expansão da dívida pública, em 2013, é de 4,58% a 11,55%.
Os vencimentos da dívida pública acontecem entre 2013 e 2041, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional. A maior parte está concentrada nos primeiros doze meses (24,38% - patamar de dezembro do ano passado). Outros 20% vencem de um a dois anos, ao mesmo tempo em que 15,3% vencem entre dois e três anos. Deste modo, que 59,7% da dívida está prevista para vencer até o final de 2015.
Operações com o BNDES
Da expansão da dívida pública de cerca de R$ 1 trilhão nos últimos oito anos, R$ 280 bihões referem-se a emissões de títulos públicos para capitalizar do BNDES, ou 28% da alta total. Em 2009, o Tesouro emitiu R$ 100 bilhões para o banco público, valor que passou para R$ 80 bilhões em 2010, para R$ 45 bilhões em 2011 e para R$ 55 bilhões no ano passado.
"Dentro das bandas do PAF [mínima e máxima para crescimento da dívida pública], estão contidas emissões que o governo venha a fazer para o BNDES [captação de recursos para injetar no banco]. Não definimos o valor ainda. Ano a ano a gente tem definido este valor. Está prevista [emissão para o BNDES], mas o governo não divulga neste momento porque o governo não definiu isso", declarou o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Em 2012, o Tesouro Nacional emitiu R$ 55 bilhões para o BNDES – impactando para cima a dívida pública em igual proporção.
CADA cidadão brasileiro tem uma dívida , feita pelo Governo Petista, de quase 1.0 MILHÃO DE REAIS.
Entenderam porque querem ressuscitar a CPMF?